YES,WE ROCK!!!!

Fazendo uma retrospectiva esse ano foi muito bom em todos os sentidos. Falta um pouco para terminar e ainda coisas boas e difíceis por acontecer como minha prova de qualificação no doutorado e algumas viagens legais. Mas prefiro ver o quanto aproveitei, as pessoas que conheci ou pude rever e ainda o quanto aprendi por aí. Muitas oportunidades e conquistas, um monte de dificuldade também, perdas tristes e muito, muito esforço. Esforço para melhorar, para se conhecer mais, para se tornar uma pessoa melhor, esforço pra crescer, pra ganhar dinheiro, para consolidar de uma vez a carreira e pra ser feliz, sempre mais.
Conseguir estar perto da família foi muito bom, nos bons e nos maus momentos. Morar na praia, estudar de novo, aprender a andar de slackline, conhecer lugares novos de escalada (Monte Belo, Salto Ventoso, Canastra, Vallecitos, Bagé de novo, Potrerillos) com amigos queridos e também ganhar uma coluna só minha na Mountain Voices foi muito gratificante e me deixou muito feliz.

Ah, e as viagens... como diria Quintana, viajar é trocar a roupa da alma. Eu diria que os amigos tambémconseguem essa tarefa, engrandecem, ensinam, acolhem, nos mudam para sempre. Junto com os amores da vida, eles nos fazem quem somos. E das minhas últimas viagens e da visita dos amigos eu conto a seguir.
Volta, Gil, sobe não


Alessandra na Mutação VI sup  15m, Pedreira do Monte Bonito, Pelotas, RS

Alessandra, seu óculos power ranger e sua corda "furta-cor"

Arnaldo Russo na Mutante VI sup 25m

Arnaldinho se divertindo com tranquilidade

Gil tirando onda na Mutante
Gil tinha prometido a visita. E cumpriu. Passou um mês da passagem mandada por email e eu já ansiosa estudando tudo para estar livre quando ele chegasse. Vanessinha também pôde se juntar a nós e eu não podia acreditar que ficaríamos alguns dias só por conta das escaladas, acampamentos, beira do fogo, e algumas cervejas e vinho no meu caso. E no final, no caso deles também. Mas isso é outra história. A primeira parada foi a Pedreira de Pelotas no Monte Bonito. Um dia inteiro de patacões de granito, mate e de matar a saudade escalando, conversando e felizes. De noite dormi muito pouco depois de voltar de um show de samba de raiz, no Liberdade para no outro dia cumprir a promessa de sair para Bagé as seis da manhã. Conseguimos completar a 'entre o sol e a lua', V grau, bem conhecida de duas cordadas se não me engano e um entardecer lindo e vento sul forte nos varrendo para o acampamento na Casa de Pedra. Depois de maravilhosa janta feita em conjunto com os dotes culinários da Vanessa, dormimos felizes, de vinho, de amizade e de vontade de escalar. Mas bateu água a noite toda. Delícia acordar com aquela chuvinha protegidos naquela caverna linda de pedra. Voltamos pra Pelotas onde no último dia Arnaldo iria se juntar a nós pra escalar mais um pouquinho, ou melhor, o dia todo. Antes de ir embora, ainda conseguimos passar a manhã escalando, nós, maribondos, e o horário de verão. Sim, ele me confundiu um pouco, e fiz o Gil perder o ônibus. O jeito foi dirigir até Camaquã, a tempo de tomarmos uma última cervejinha antes dele pegar o ônibus pra não perder o avião. Por muitooo pouco.

...cores, unhas, cabelos, tudo muito sujo de magnésio chegando na reunião

...agarra espetacular essa da parada

Gil na Los Pica Piedras VII 30m



tocando pra cima
a gente cresce e só muda os brinquedos

Gil na Variação Somaclonal VIIb 25m e Vanessinha na segue

fotógrafa pelos aires

...feliz tirando foto
Vanessa Staldoni iniciando os trabalhos

Vanessinha na Tech Five Vsup 25m

...And here we go!!!


Eis o lugar, Casa de Pedra, Bagé, Rio Grande do Sul.


Primeira reunião, Gil, Vanessinha e eu

Alessandra indo de segunda na segunda cordada da Entre o Sol e a Lua, Vsup 95m
La cumbre. Vassinha e eu esperando Gil

...e venta pouco aqui no sul

...já tarde e ventando nas montanhas

E não é a hora mais feliz do dia?

melhor que qualquer fogareiro primus, vou te contar
...só quem acampa sabe a delícia que é tomar vinho da caneca ou tampa de térmica no caso e fazer comida de headlamp

"Encavernados"

El mate. E as unhas sujas. Sem frescura de vez em quando, vá lá.

And here we go again. We ROCK!

...foram dias de intensa atividade, e as horas vagas eram preenchidas com slackline, comida mexicana, mate e muita conversa jogada fora 

Mais umas semanas de estudo forte e afivelei as mochilas para a Argentina. Seriam quase duas semanas longe dos livros. Depois de Buenos Aires e La Plata, rumaríamos para Mendoza, onde tínhamos muito planos. O primeiro seria que a Beta, a segunda mosqueteira, faria seu primeiro curso de escalada em rocha com o conhecido Humberto Câmara Jr., conhecido em terras argentinas por Júnior e em terras brasileiras, por Suissa, da Vento Negro Mountain Guide.
Em Buenos Aires tomamos muito sorvete, fernet, feirinhas, amigos novos, La Plata, museus, parques, hostel, mais fernet, e Mendoza, bicicleta, calor, lojas e lojas de escalada e comida muito barata, hostel com cama/portaledge (sinistro) e ainda medialunas engordativas e maravilhosas, gente de tudo quanto é lado, mas nada de montanhistas, fora de temporada é isso aí. E o dono do Campo Base não é mais o mesmo, ficou comercial mas igualmente bom, coccino e acolhedor. E a Cordilheira ao fundo, nos mirando de lejos...linda.

..."pedaleando"pelas ruas de mendoza, nos lindos parques

alugamos as bikes pelo centro e percorremos bastante da cidade, parques, centros, tudo, num baita dia de sol

Mendoza é conhecida por ser uma cidade enorme e muito arborizada e ainda conta com parques maravilhosos como o Parque General San Martín onde antigamente se tirava o visto para o Aconcágua

Um desayuno reforçado preparando para o dia que vinha a seguir

Y nada de flojera! Beta descansando no ar seco do primeiro refúgio de Vallecitos preparando para a caminhada
O lugar é realmente lindo e por aí já se começa sentir frio e a altitude de um pouco mais de 2000m.

La Plata, cidade a 130km de Buenos Aires e muitas praças, museus e coretos como esse
...pé na estrada é sempre bom. E com essa minha amiga então, é luxo
Mi Buenos Aires querida
...e o curioso é que nessa mesma porta nas ruas de san telmo eu tenho uma foto com 15 anos, quando viajava a Palermo com minha mãe, pai e irmãs. Fiquei estarrecida quando me dei conta da coincidência
Museu de Ciência Natural de La Plata, com Mari e Fer  fazendo graça
Puerto Madero é a parte nova de Buenos Aires e conta com o monumento da mulher e o melhor sorvete desse mundo!!! 
Aprendendo a fazer Fernet, eu não sei se estava bom, mas bebi tudinho :)
...galera animada do Hostel Hestel de La Plata, janta especial, sinuca, fernet y todo lo demás
...rasgando dinheiro!!Quando chega esse momento é hora de parar com o fernet
...e pegar a estrada outra vez. As rodoviárias são uma bagunça, os caras jogam a mochila de uma maneira no ônibus que dá até dó e ainda cobram propina. E a sua plataforma de embarque pode ser  da 26 a 39. Sim, agora se vira e procura, babe. E sempre atrasa, don't be panic.

Depois do dia inteiro de bicicleta a ansiedade fazia doer a barriga, o outro dia era de escalada. No carro tinha uns espanhóis que vinham conversando sem parar, falavam de Mallorca, Rodellar, Michel Telló (sim, isso mesmo) e eu concentrada no Tupungato e toda aquela maravilha com neve que ia aparecendo aos pouquinhos. Paramos no primeiro refúgio sem saber bem o que íamos fazer a seguir, comemos o que o Humberto disse que seria nossa última guloseima e partimos montanha acima. Areia, pedra, mato, insetos bizarros (azuis), ossos de guanaco, e os glaciares ao fundo. Estávamos na pré cordilheira, no Cordón del Plata, rumo a Vallecitos. Dormiríamos no Refúgio Massy (2900m) e escalaríamos por ali, caminharíamos alguns morros se o tempo deixasse. E o plano era o último dia de curso abrirmos umas vias, o que infelizmente não deu por causa do tempo.

Só largamos as mochilas e fomos para um primeiro setor todo em móvel, lindos diedros e fendinhas de granito. Parecia perto e parecia pequeno. E "maquina de cozer" foi a primeira via e eu já estava azul e branca por causa dos quase 3.000m de altitude. Caralh..viu. Fiquei mal mesmo. Subi muito rápido a trilha pois me sentia bem e queria escalar logo, acho que foi isso. A cabeça doendo e um mal estar forte. Baixamos para o refúgio e o Humberto me tranquilizou que eu melhoraria se conseguisse comer e beber água e se fizesse xixi umas 500 vezes para aliviar a retenção de líquidos. Pobre da minha amiga Beta ficou mais uma vez de babá e junto com Brisa, me cuidou até tarde, Brisa enrolada comigo nos cobertores até o focinho, e junto com os fideos preparados pelo Humberto, consegui dormir.

No outro dia acordei nova e um sol forte nos animou a escalar mais um pouco e o final do dia foi de pizza e bastante gente no refúgio, um casal de Londres aclimatando para o Aconcágua e mais dois guias que também estavam por lá além de Guille, sua esposa e minha querida Viole, que moram no Refúgio.

Nesta hora eu sentia muito frio e estava realmente enjoada. Fiquei dando segue para o Humberto que foi guiando em móvel a linda via Maquina de Cozer, um V lindo e frio.
Para chegar ao Refúgio Maussy e a base das vias hay que caminar un poquito. O primeiro refúgio está láa embaixo e uns dedos de prosa na trilha é sempre bom
Céu azul, vai que falta pouco
Ar seco, calor e frio, água de degelo, uma loucura

A gatinha se aninhou rapidinho brincando com minha sapatilha ou meus "pies de gato"

Humberto iniciando a Máquina de Cozer
Será que a gente estava feliz? A cordilheira ao fundo

...marcador de neve. Sim, chega ao 3 facilmente no inverno :O
A desculpa para descansar era ficar nas montanhas, com o pensamento livre e o sorriso no rosto
'english test'
empurrando uma maça goela abaixo. por mim nada de água e nada de comida, qualquer alturazinha já me pega
...escalar em rocha com a cordilheira ao fundo é maravilhoso, muy copado
Betinha recolhendo na maquina de cozer
Cume!!
Azuis?Frio?Maravilhoso!!
...é aquela sensação boa se estar onde exatamente se queria estar. Assim são os cumes da vida
Matezito
preparar pra sair outra vez, o solzinho nos brindou com um lindo dia
Sim, o setor fica lá em cima mesmo, mas a poucos minutos de caminhada do refúgio. Luxo
Nesse dia fazia até calor, o sol estava maravilhoso e aproveitamos para brincarmos com equalizações, móvel e tudo mais de bom
vinho e guloseimas e o lindo lugar que é o refúgio Maussy

Via english test again

Amizade e mãos acabadas. Como eu amo.

E os finais de cada via era assim, uma cara de felicidade, um friozinho e um matezito
Viole! Mi Violeta querida! Um anjinho alegrando meus dias por lá
Fazendo pose, Humberto, Viole y yo
E como 11 é meu número de sorte, e com certeza eu sou abençoada pelos deuses apesar de qualquer coisa, comentei que só faltava ver aquelas montanhas como glaciares, tapadas de neve e gelo. E começou a nevar que não parava mais. A coisa mais linda. E tivemos direito a baixar de Vallecitos a Mendoza caminhando na neve, da próxima eu quero é subir de piquetas e crampons, em breve, se deus quiser...

...protegidos do frio por enquanto, dando tchau para o acolhedor refúgio e os novos amigos e                                                a hora de descer montanha abaixo
...nessas horas de enjôozinho e dor de cabeça eu penso sempre o quanto sou do nível do mar apesar de adorar as montanhas!!
Brisa amada. Me cuidou o tempo todo ficando aninhada comigo no sofá enquanto eu dormia e Beta me levava chá e Humberto guloseimas. Luxo e manha, claro.
Eu já tinha visto neve, gelo e glaciar, mas NEVAR foi tudo de bom e a coisa mais linda.
O casal londrino nos apelidou de 'crazy brazilian girls' e eu não entendi bem porque até ver o vídeo que ele fez dessa foto
...pensa a felicidade
Nuestro maestro, Humberto. Paciência, dedicação e bom humor, gracias por todo amigo!
Ráaaaaa.
não parece o bonequinho daquela propaganda?
E nevava pouco...
Tudo isso baixando de Vallecitos para Potrerillos e morro abaixo
Quando entramos no transporte, com as pestanas cheias de neve (eu tinha tirado o óculos que embaçava muito), molhadas e sorrindo, tinha um grupo neozeolandês que nos olhava com admiração e espanto, e nos perguntava de tudo, e mais uma vez eu queria só contemplar e juro, eu não tive vontade de falar sem parar dessa vez, estava muito feliz. O mar me inspira, mas neve, gelo e montanhas é bom demais. 
Feliz Cumple, Betita! Em grande estilo em um restaurante mendocino maravilhoso, ceviche, caipirinha e a ansiedade a mil para o outro dia de descalada
Lleguei :)
Quer tranquilidade melhor?
Na caverninha da reunião da via english test. Com essa parada toda em móvel, mesmo sendo ela feita pelo maestro, eu aprendi a disfrutar tranquilamente em vias como essa. Que venga!!!
Não há nada como viajar e conhecer gente de tudo que é parte de mundão e ainda compartilhar histórias incríveis de cada um, estilos de vida, idéias. Guias de montanha, executivos subindo o aconcágua e brasileiras como nós.
...caminante no hay camino, se hace camino al andar
A maioria dos hosteles são bons, na Argentina não é diferente. Esse tinha o problema de trocentas camas por quarto e a minha ficava no terceiro andar. Eu brinquei que estava dormindo num portaledge e ia colocar auto seguro tamanho era o desconforto, estreitas e coccinas também. Tudo bem, era só pra dormir.
 Voltamos a Mendoza e eu queria mais. Enchemos o Humberto e fomos de novo, assim que melhorou o tempo para Potrerillos dessa vez. Um lugar maravilhoso, com um potencial enorme de vias, arenito lunar, por isso Valle de La Luna, e, se não me engano o povoado de férias mendocinas com várias cabañas para alugar com a Cordilheira ao fundo. Muito bonito. Caminhamos, caminhamos, o sol castigava um pouco, mas tranquilo, e aquele monte de pedras aparece, nossa senhora, que lugar.
Fui confiante de primeira, amarelei em algumas, aprendi um monte e me diverti a muerte. Não tem nada como conhecer um lugar novo, tão longe e tão perto, com pessoas tão queridas e especiais. Beta sempre com aquela doçura e amizade incondicional, paciência, alegria, parceria, incentivo, nossa, amo muito essa minha amiga. El maestro querido, Humberto, aquele riso solto, uma paciência infinita e uma alegria imensa, adorei cada 'nó de pescador duplo' com vinho, cada pilha, cada escalada, toda atenção e amizade. Mas hein guriassssss, biennn ahíí, bien ahíii.
subindo para potrerillos parada no refúgio onde a galera sai para o rafting
...e caminha mais um pouco
...escalando enton!
delícia, delícia
arenito lindo e lunar. Via de los putos
Betinha ligando o turbo
Humberto escalando
En la reunión
Na descida uma surpresa: um ninho de coruja exatamente onde estávamos. Um misto de alegria e culpa, afinal estávamos molestando por demais o ambiente. Ya nos vamos, gracias.
.Nessa eu estou me sentindo a mais legal e a mais forte.
 Com a felicidade quase acabando, ainda tínhamos um último dia de Argentina, em Palermo. Adoro aquele bairro, tem de tudo, é super alegre e florido, cheio de Jacarandás roxos. Ficamos num hostel por ali e caminhamos o dia todo, entre colectivos e subte para chegar ao nosso parque de diversões. Nossas amigas vão ao shopping e nós vamos a Rupal, uma loja de escalada bárbara, mortal, com preços camaradas e muita, muita coisa. Deixamos nossos últimos pesos argentinos por ali, felizes da vida. Em Mendoza já tínhamos feito uma via sacra entre chapas e outros equipos, mas foi na Rupal que nos afundamos com estilo. Coisa bem boa. Na hora de voltar ainda pegamos o caminho para o Ezeiza quase fechado, um taxista mau humorado me xingando enquanto a Beta dormia tranquilamente e um dia inteiro viajando.
Vida que segue. Até a próxima.

Enquanto eu viajo adoro conhecer gente. E dessa vez, mesmo estando viajando com uma amiga, não foi diferente. E há algumas figuras que jamais vou esquecer. Heidi, uma americana de Nova York foi uma companheira de longas tardes de conversas muito engraçadas e de muitas, muitas histórias em comum. Quase morremos de rir vendo que ambas tinham gastrite, tinham aprendido tibetano, morado na Colômbia além das pastillas para dormir iguais. Ela estava rumando o Aconcágua depois de uma desilusão amorosa colombiana.
Caminhamos bastante até chegarmos com sol a pino nesse setor de Arenito em Potrerillos há poucos quilômetros de Mendoza. Como é bom ir de encontro ao novo, e pra escalar então, nem se fala.
A Beta já estava cansada, mas o lugar tirava o fôlego com todo aquele gelo no fundo
...pra escalar nessa região, tem que caminhar, não tem jeito. Camelar mesmo
El maestro tirando onda da grampeação de um lugar que passamos, rapelentos ativar
...já no caminho de volta, de Potrerillos para a estação de rafting da onde pegaríamos um transporte, depois de uma cervezita, claroo
O Valle de La Luna também é cenário para cavalgadas e trekking. E parece a lua mesmo.
Esta é a JARILLA, uma linda planta autóctona que possui ferramentas biológicas que a fazem sobreviver no ambiente desértico mendocino, por suas pequenas folhas que impedem a saída de água. Em Potrerillos predomina a espécie Jarilla Nítida, e ela é linda na primavera, encontramos em todo o caminho. São muito valiosas e raras, uma vez que são encontradas somente nesse lugar. E o que eu fiz desavisadamente? Pequei um monte e enfeitei o cabelo, santa ignorância.
O caminho de volta do setor de escaladas é bem mais rápido porque conseguimos rapelar pelo meio desse vale lunar lindo com direito a queda d'água e tudo. Rapelenta, sim senhor.
E a hora de ir embora é sempre difícil, principalmente porque a mochila insiste em encolher e o esforço pra colocar tudo lá dentro é sempre enorme. O medo de pagar excesso também com tantas ferragens, vou te contar, viu.
E mais uma história, mais uma viagem, tantas coisas boas. E a parceria pra tudo isso, os amigos que dividimos momentos tão bons são os que fazem deles maravilhosos. Dividir as alegrias, as dúvidas, as incertas, compartilhar seu lado ruim e bom, não é com qualquer um. Eu agradeço e agradeço de ter essa minha amiga, nessas viagens e todos os dias. Eu agradeço muito pela sua verdadeira amizade e tento e vou tentar todos os dias corresponder nem que seja um pouquinho, tentando ser uma amiga pelo menos um pouco de tudo que és. Valeu amiga!!!!!!Que parceira!!!!

Comentários

Anônimo disse…
Minha mimosa
você sempre tem essa habilidade de transformar a sua vida e a dos outros MA-RA-VI-LHO-SA..lindas fotos bjss dé
Gil!=] disse…
Me encanta suas histórias. Ainda mais, por saber que posso fazer parte delas por alguns dias... ;) E os treinos? Keep always climbing, okey? Bju!

Postagens mais visitadas