HEINNNNN?! ?!

Sim, a imagem acima é nojenta. Mais do que nojenta, ela representa todos os meus medos e pavores reunidos num ser inigualável, único e repugnante. Toda essa lenga-lenga introdutória para contar sobre o episódio da noite de hoje já que é quase 1 da manhã e estou sem sono. E também para contar, se não principalmente para isso, que estou finalmente indo para o Rio Grande do Sul. Vou passar um tempo lá sim, organizando a vida, estudando e trabalhando um pouco, colocando projetos e alguns objetivos em andamento que nesses quase DEZ anos de Florianópolis ficaram meio esquecidos. Mas depois eu reflito sobre isso pra vocês que como eu disse já é tarde pra caramba e ninguém merece recapitular a vida desse jeito. Mas então, estava eu encaixotando, ensacando e empacotando TODAAAS minhas coisas (muitaaa coisa) e eis que surge de uma prateleira velha....ele. Eu moro no meio do mato, nada mais natural que a casa viver com insetos variados, lagartixas, mas....RATOOOO!!!!!!!Minúsculuzinho, pequeno, mas... era um rato. No outro dia que vi um rato subi no balcão da cozinha e fiquei esperando por uns 20 min socorro, enquanto que minhas outras vizinhas gritavam do outro lado da casa sem coragem para me ajudar, até aparecer o único homem do condomínio para me salvar. Sério. E eu chorando, claro. Dessa vez foi pior. Porque as coisas precisavam ser encaixotadas e tudo que eu conseguia fazer era chorar em cima da cama de medo do rato, nem peeeensar em sair dessa ilha segura que era minha cama para as garras daquele monstro de 2cm. A Ale como sempre, rindo da minha cara, mas também apavorada, subiu no sofá e tentava matar o rato com o cabo da cortina e com gritos também, coitado do rato. Conclusão: estou aqui dormindo na casa da Ale. E não riam nobres mortais imunes à semelhante pavor. Vou tentar dormir, beijo tchau.

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