Chega de medo...

Provisoriamente não cantaremos o amor,que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços,não cantaremos o ódio porque esse não existe,existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro,o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos,o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas,cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte,depois morreremos de medoe sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas.
CArlos Drummond de Andrade

Voltei. Depois de um breve espaço de tempo entre a apreensão e a vontade de voltar, escolho a liberdade de expressão sem medo, a foto com sorrisos abertos, de peito aberto e de bem com a vida. Fazer o quê? Disso é feita a vida, de aprendizado, sofrimento e coisas boas. Eu voto na Internet limpa para o bem. E vou acreditar nisso sem desistir.
Entre e fique a vontade.

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